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09/03/2013
Damasceno ganha apoios para chefiar Palmares em SP
Da Redação

S. Paulo – Representantes de mais de 30 entidades de S. Paulo e de outros Estados da Federação, e mais três deputados federais do PT  - inclusive o deputado Luiz Alberto da Bahia – assinaram manifesto em defesa do nome do sacerdote e jornalista Walmir Damasceno, Taata Kwa Nkisi Katuvanjesi, diretor-presidente do Instituto Latino Americano da Tradição Bantu (ILABANTU) para a chefia da representação da Fundação Cultural Palmares, em S. Paulo.

Entre os deputados federais estão Paulo Teixeira e Vicente Cândido, ambos do PT de S. Paulo. O manifesto em defesa do nome de Damasceno também foi subscrito pela Federação de Umbanda e Cultos Afro-Brasileiros de Diadema (FUCABRAD), por meio do seu coordenador, Cássio Lopes Ribeiro, e pela Associação Cultural de Preservação do Patrimônio Bantu (ACBANTU), por meio do seu presidente Raimundo da Silva Konmannanjy.

O nome do jornalista havia sido indicado para a chefia da representação em S. Paulo, pelo ex-presidente da Palmares, Elói Ferreira de Araújo. Com a saída de Elói, substituído pela ministra Marta Suplicy, o produtor, ator e diretor Hilton Cobra, o Cobrinha, assumiu o cargo, porém, ainda não decidiu quem colocará na representação paulista.

Melhor nome

Segundo essas lideranças, Damasceno, não apenas pelo trabalho que desenvolve, mas também pelo que pode realizar à frente da Palmares em S. Paulo é o nome mais indicado para levar adiante as tarefas da chefia do escritório.

Os apoios vieram ainda do Grupo Kilombagem, organização de Juventude Negra, de S. Paulo, da Ordem das Entidades Afro-Brasileiras (OEAB), de S. Paulo, da U& C – Tribuna Afro Brasileira, por meio do jornalista Cosme Félix, da Fundação de Apoio ao Culto e Tradição Yorubá no Brasil (FENACULTY), do Conselho Municipal de Política de Promoção da Igualdade Racial de S. Lourenço, Minas Gerais, do Conselho do Negro de Itapecerica, da Federação Nacional da Religião Orixá – Fenorixá, de Praia Grande, do Conselho do Negro de Praia Grande, e da Associação Beneficente e Cultural Matamba Tombenci Neto, Terreiro Tombenci Neto, fundado em 1885, Mam`etu Mukalê Hilsa Rodrigues – Ilhéus/Ba; da Confederação das Tradições e Culturas Bantu no Brasil (COBANTU), Joselito Evaristo da Conceição e da Makota Célia Gonçalves Souza, coordenadora do Centro de Africanidades e Resistência Afro-Brasileira, entidade filiada a CONEN (Coordenação Nacional de Entidades Negras), articulação de lideranças negras ligada ao PT.

Também assinaram o manifesto de apoio Maria das Graças Jovita Correia da Silva, conhecida como Anna Davies, primeira repórter, tele jornalista/apresentadora/noticiarista negra da televisão brasileira (TV Globo, SBT, TVE, Band), Rio de Janeiro e a antrópologa Patrícia Marinho.


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