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11/04/2016
Não em nosso nome!
Editorial

Quando Chico Buarque, Caetano Veloso, Wagner Moura, e outros artistas, além de figuras como o Frei Leonardo Boff e Gregório Duvivier, endossam os crimes do lulopetismo sob o pretexto de defesa da democracia "contra o golpe", assumem que são intelectualmente desonestos. A desonestidade intelectual é a mãe de todas as demais.

Eles sabem dos crimes do lulopetismo, eles sabem que não há golpe em marcha no país, e eles usam a "defesa da democracia" para esconder as responsabilidades do governo mais corrupto e autoritário da história republicana. Eles sabem que Lula sabia de tudo, eles sabem que Lula conspira contra a Operação Lava-Jato porque deve, e foge do juiz Sergio Moro como o diabo da cruz porque se considera à margem e acima da Lei.

Nunca se ouviu desses personagens uma única palavra sobre "mensalão", "petrolão" e a roubalheira na Petrobrás. Nem tampouco sobre o maior estelionato eleitoral já praticado na história das eleições no Brasil pela presidente Dilma Rousseff.

Ao assumirem a defesa do lulopetismo, Chico, Caetano e todos esse personagens que dizem falar em nome dos intelectuais e dos artistas brasileiro para endossar um projeto fraudulento e que traiu gerações e gerações de brasileiros, traem também o seu próprio passado.

 

 


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