Belo Horizonte – Com a presença dos maiores especialistas do mundo em Doença Falciforme, foi aberto na manhã deste sábado (03/10), no Centro de Convenções e Feiras, de Belo Horizonte, o V Simpósio Brasileiro de Doença Falciforme e outras Hemglobinopatias, que acontece em conjunto com o Encontro Pan Americano para a Doença Falciforme, promovido pela Organização Pan Americana de Saúde e Organização Mundial de Saúde.
O Simpósio vai até quarta-feira, dia 07, e terá exposição do médico ganense Kwaku Ohene-Frempong, considerado por muitos como a maior autoridade mundial em Doença Falciforme, além de pesquisadores, da Jamaica, India, Canadá, Estados Unidos, Costa Rica, Senegal, República do Congo e Benin. Do Brasil estarão especialistas, médicos e pesquisadores de sete Estados, entre os quais, S. Paulo, Minas, Bahia, Alagoas, Rio de Janeiro, Espirito Santo, Pernambuco e do Distrito Federal.
Neste sábado, a programação do Simpósio prevê o Encontro Pan-Americano para a Doença Falciforme, o Encontro da Federação Nacional das Associações de Pessoas com Doença Falciforme (ENAFAL) e a Jornada da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia – ABRALE e da Associação Brasileira de Talassemia – ABRASTA.
Abertura
A sessão solene de abertura do V Simpósio está prevista para este domingo (4/10), às 18h30.
Segundo o coordenador do evento, o médico José Nélio Januário (foto), “associada ao caráter multidisciplinar do Simpósio, a experiência de profissionais estrangeiros, provenientes de três distintos continentes, será um importante reforço para enriquecer as discussões e debates acerca da patologia e pemitirá a assimilação de inovadoras práticas para o tratamento e acompanhamento das pessoas com doença falciforme”.
Para a médica, Joice Aragão de Jesus, responsável pela Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doença Falciforme, do Ministério da Saúde, “o simpósio é um marco histórico mundial para as pessoas com doença falciforme, nas palavras, no meu entender, da maior autoridade mundial em doença falciforme, o doutor Kwaku Ohene-Frempong, médico de Gana, que estará presente”
Segundo a médica, do Simpósio deverá sair a decisão política de que “todo o mundo deve se juntar para cuidar da Doença Falciforme, principalmente nos países da África”. “É preciso garantir os avanços atuais e trabalhar para ampliar o compromisso dos gestores com atenção integral à saúde das pessoas com Doença Falciforme”, concluiu.

Da Redacao