S. Paulo – Contrastando com o pessimismo de representantes brasileiros e americanos em relação ao Plano, a representante da embaixada americana, Vera Galante, destacou o fato de o Brasil ter sido o primeiro país do mundo com quem os EUA assinou um acordo desse tipo.
“É um plano que mostra a autoridade do governo em investir no capital social e estabelecer uma parceria de igual para igual com o governo brasileiro. Nós queremos saber como nós podemos trocar informações não só daquilo que deu certo, mas também daquilo que não deu certo para que a agente possa evitar o mesmo problema, o mesmo erro nos EUA e no Brasil. A troca de informações é fundamental, nós gostaríamos de ver esse plano sair do papel, realmente decolar nos dois países”, afirmou.
Galante disse que o momento é propício para que o Plano decole. “Há algum tempo, nós começamos a efetivamente implementar ações com os pequenos financiamentos, o portal, que nós atendemos a reivindicação da sociedade civil. Alguns outros projetos menores, com a Faculdade Zumbi dos Palmares, aqui em S. Paulo, e em outras partes do país. Nós estamos muito animados como isso tem tomado corpo”, finalizou.
O Governo americano, além de bancar a viagem de lideranças brasileiras no ano passado, para encontros de avaliação do Plano, repassou US$ 55 mil dólares – o equivalente a cerca de R$ 91 mil) para a montagem do Portal, dinheiro que está sendo administrado, por meio do Instituto Mídia Étnica, dirigido pelo jornalista Paulo Rogério.
Também lançou edital para projetos no valor de R$ 25 mil nas áreas da Comunicação e Educação, por meio da ONG Brazil Foundation.

Da Redacao