Jacareí – Vinte e seis alunos, com idade entre 9 e 10 anos da escola SEPP de Jacareí (SP), realizaram durante o mês de outubro, uma mostra sobre os continentes, inclusive a África. Dentre os países pesquisados destacou-se Angola.
Os trabalhos de pesquisa culminaram com a apresentação final nos dias 03 e 04 de Novembro, com a presença de mais de trezentas pessoas entre pais, alunos, professores e visitantes.
Os alunos da 4ª série A, coordenados pela Professora Edite, fizeram uma pesquisa aprofundada sobre Angola. Segundo a professora o motivo da escolha do país foi por “curiosidade e para proporcionar aos alunos uma oportunidade de conhecer mais sobre Angola, um país tão bonito e tão pobre ao mesmo tempo”.
Em sua décima quinta edição a Feira de Ciências, Artes e Cultura do colégio SEPP, reuniu informações sobre poetas angolanos, culinária, roupas, penteados, história do país, processo de escravidão, dança e arte. Eles entrevistaram pessoas e coletaram as impressões que cada um tem sobre o continente.
Os alunos puderam ouvir mais sobre Angola, através de palestras ministradas por Alfredo Felix (angolano, que vive no Brasil há 9 anos), Sebastião Marques (Pastoral Afro) e Tião Virgilino.
Segundo a aluna Carolina, 10 anos, através do trabalho foi possível conhecer mais sobre a África. Ela ressalta a semelhança entre a mulher angolana e a brasileira. Para Carolina, o que mais chamou a atenção foi o fato da “mulher angolana ser muito trabalhadora”.
Já Pedro, 10 anos, afirmou que antes da pesquisa sabia pouco sobre Angola e que se interessava pelos animais da fauna africana. Com o aprofundamento no estudo, ele disse ter certeza que no futuro será biólogo.
Como gesto concreto os alunos criaram uma campanha para a arrecadação de dinheiro que será doado às crianças angolanas, através das Irmãs Mensageiras do Amor Divino, congregação religiosa da Igreja Católica, que desenvolvem trabalhos sociais em diversos países, dentre eles, Angola. O aluno Danilo, 10 anos, se diz feliz por saber que sua “contribuição ajudará uma criança angolana a comprar um caderno e lápis”. Todo trabalho foi documentado e fotografado, o material fará parte da biblioteca da escola.

Da Redacao