Autor: Lenora Louro e Rogério José

O Pôncio Pilatos do Palácio Guanabara

Em um dos capítulos de “O Príncipe”, Maquiavél indicava a um chefe de estado como deveria agir para evitar ser desprezado e odiado. O referido florentino afirmava que as ações de um príncipe deveriam ser reconhecidas pela grandeza, coragem, gravidade e fortaleza. O chefe de estado deveria furtar-se a ações que fizessem-no ser visto como volúvel, leviano, pusilânime e irresoluto.

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Rionacenacontemporânea: Conceitos etnocentristas?

A “intelligentsia” da produção cultural brasileira promove uma visão compartimentada e parcial da produção teatral brasileira. No lugar de um corpo plural e multifacetado instaura-se um organismo mutilado pela branquitude e pelo regionalismo Rio-São Paulo. Ignoram os “xamãs” da Riocenacontemporânea que um evento teatral desse porte não cumpre sua função se não personifica a pluralidade estético-racial e regional das linguagens contemporâneas que permeiam a “práxis teatral”.

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