Brasília – O caso do músico Raphael Lopes, 24 anos, humilhado em show de stand-up racista autodenominado “Proibidão” ao ser comparado a um macaco, já está de posse da Ouvidoria da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR), ligada à Presidência da República.
Na representação protocolada na SEPPIR, o advogado do músico, Dojival Vieira, pediu ao Ouvidor Carlos Alberto Silva Júnior, o acompanhamento do Inquérito Policial aberto na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância de S. Paulo (DECRADI) e a notificação do Ministério Público Federal e a outros órgãos do Governo como a Secretaria Nacional dos Direitos Humanos e a Secretaria Especial de Políticas para Mulheres.
Além de piadas de conteúdo racista o show, que deixou de ser apresentado após três edições, além de negros, usava como alvos mulheres, crianças e portadores de deficiência. O caso também foi levado ao conhecimento do gabinete do senador Paulo Paim (PT/RS), que prometeu tomar providências.

Da Redacao