A nota destoante da sessão de abertura da Conferência foi o estrelismo da poeta e atriz Elisa Lucinda. Ela “esqueceu” que estava dirigindo o cerimonial de um evento com a presença do Presidente da República, ministros de Estado e convidados integrando delegações estrangeiras e, em vários momentos, chegou a irritar o público.
O primeiro aconteceu quando passou a saracotear no palco, acompanhando o Grupo Marabaixo, do Amapá; depois, ao recepcionar Musa Ahmed, embaixador especial da Delegação Palestina, recebeu o tradicional lenço palestino (o kefiah) e o colocou em volta do pescoço, atitude que causou desconforto a representantes da comunidade judaica sentados na platéia. O tom cerimonial – que deve por definição – adotar uma postura sóbria e reservada foi simplesmente deixado de lado.
Por último, Lucinda, em determinado momento saiu da tribuna, dirigiu-se ao Presidente Lula, sentado no centro da mesa, e sapecou-lhe um beijo nas faces.

Da Redacao