O Felipão disse que fez o melhor, disse que perdeu apenas 3 jogos em 1 ano e pouco. Que fez o melhor e que não tem porque pedir desculpas.

Cinismo puro! Canalhada de mau perdedor!

Ué, ele não era o maioral, o estrategista especialista em torneios curtos, o pai da família Scolari?

Tudo caiu por terra. À exceção da emissora que é sócia do espetáculo, pois tem seu quase monopólio, todas as pessoas sensatas no futebol viam e apontavam as fragilidades: Rivelino, Valdir Lemos, Gerson e outros tantos que não lembro o nome.

Pois bem. O saldo desta vergonha, vexame e canalhada deveria ser a atualização do futebol brasileiro. Mas isso não vai acontecer. Afinal, no calor desse verdadeiro chocolate ainda tem gente louvando a mediocrização patrocinada por um técnico, que se acovardou no instante final e se resignou no momento derradeiro em que deveria ir para a beira do campo energizar o time.

Ao menos, e isso não serve de consolo, o episódio lamentável e a vitória acachapante serviram para desnudar seu derradeiro tamanho: diminuto e quieto ao lado de seu lugar-tenente (o bigode) e o pé de uva, digo, Parreira

Futebol não se ganha com blá-blá-blá, muito menos com psicóloga e louvações de baba-ovos e mal intencionados e nem com escalação "autenticada" por patrocinadores. Mas sim com estudo, qualificação técnica, atualização e aposta no futuro.

Em 1994, ao final do jogo contra a Itália, o Muller foi confrontar o Parreira aos palavrões. Em 2013, Parreira volta como o "especialista". Felipão não ganha nada desde 2002, quando o time jogava por música e ganharia até sem técnico!

Vida que segue. Sábado próximo, deveremos repetir o roteiro de 1974, quando perdemos o 3º lugar de forma vexatória para Polônia, por falta de equilíbrio emocional.

Continuamos produzindo os maiores craques dentro de campo. Os melhores fisiologistas. Mas gângsters no lugar de dirigentes esportivos e técnicos ultrapassados, cuja glória é ser chamado de professor e mandar dar porrada nos adversários, como o tal do Felipão orientava o Grêmio, o Palmeiras e a seleção de Portugal fazem.

Toda derrota produz culpados. Esta deve ser debitada na conta do tal Felipinho.

Pede para sair mermão!

Fora esses técnicos desatualizados, broncos e que acham que usar a mesma cueca da década de 1930, o mesmo agasalho daquela pelada quando tinha 23 anos e a mesma meia, garantem resultado!

O placar mostrou o tamanho da comissão técnica e dos dirigentes do futebol brasileiro.

Felizmente, o futebol é maior que esta cambada de safados e puxa-sacos!

 

Rosenildo Gomes Ferreira