O filme, que retrata o Capão Redondo, periferia de S. Paulo, e foi lançado este ano no circuito comercial, foi recebido com casa lotada e aplausos nas duas apresentações na sala de Cinemas de Tribeca (pronuncia-se Traibeca), criadas por Robert de Niro, após o atentado às Torres Gêmeas, como contribuição do ator à economia da cidade.
De também participou de um debate sobre indústria cinematográfica com produtores e cineastas americanos. “Foi um desejo pessoal realizado, exibir o filme aqui em Nova York”, afirmou De.
No último domingo, entre as 9h30 e às 16h, nosso correspondente acompanhou o diretor em um passeio pelas ruas de Nova York. O primeiro ponto visitado foi a famosa Igreja Batista do Harlem – a Abissínia Baptist Church -, fundada em 1.888 e que fica na Rua 138 com Lenox.
Depois andaram pelas ruas do Harlem, e visitaram lugares por onde já estiveram importantes lideranças negras norte-americanas como Malcolm X, o músico de Jazz, Duke Ellington, o escritor Ralph Ellison, entre outros.
Na Rua 125 visitaram o Teatro Apollo e depois almoçaram no Shake Shack, na Oitava Avenida entre as ruas 43 e 44. “Jeferson De é de uma simplicidade ímpar e tem um conhecimento eclético bastante vasto. Acho que a nossa caminhada pelas ruas de Nova York, onde ele confessou que gostaria de filmar, serviu para que absorvesse um pouco da cultura novaiorquina nos cinco dias em que ficou na cidade”, conta Cadette.
Veja a entrevista concedida por Jeferson De ao nosso correspondente em Nova York.