Brasília – O relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade movida pela Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (CONFENEN) e pelo Partido Democratas (DEM, ex-PFL) contra a adoção do sistema de cotas para negros e indígenas no ProUni, ministro Carlos Ayres de Britto, recebeu na semana passada, no Supremo Tribunal Federal (STF) a visita da direção da Associação Nacional dos Coletivos de Empresários e Empreendedores Afro-brasileiro (Anceabra).
Segundo o presidente da entidade, João Bosco de Oliveira Borba (foto), a visita serviu para um contato mais próximo e também para levar aos membros do STF, a visão de setores da sociedade e de lideranças negras sobre a importância do Brasil avançar na adoção de ações afirmativas. Borba disse que a Anceabra está preparando um material explicativo sobre o tema a ser entregue a cada membro do Supremo.
Borba foi acompanhado na visita pelo diretor de Assuntos Institucionais da Anceabra, Mário Nelson Carvalho. Ambos presentearam o ministro com os livros “Anatomia do ódio” e “A Inveja nossa de cada dia”, de autoria do empresário e escritor baiano Joaci Góes.

Da Redacao