S. Paulo – Fernando Fernandes de Pádua, 24 anos, o ex-big brother, acusado de racismo, continua preso no Centro de Detenção Provisória, em Osasco, grande S. Paulo, em local destinado aos detentos que correm risco de morte na carceragem.
Fernando foi preso no domingo por crime de racismo – que é inafiançável e imprescritível segundo a Constituição – por chamar o bombeiro Nilton Jorge de Oliveira Filho, que é negro, de “macaco”, depois de se envolver em um acidente de carro na Avenida Juscelino Kubitscheck, na noite de domingo. O ex-big brother também ofendeu funcionários e a delegada do 15º Distrito Policial, no Itaim Bibi, onde a ocorrência foi registrada.
Antes de ir para a cela, ele teve a cabeça raspada. “Ele está um carneirinho”, disse um agente de segurança do CDP. “Aqui existem normas e ele está falando só “sim senhor” e “não senhor”. Só com as mãos para trás”, acrescentou.
Segundo a Polícia se ficasse com os presos comuns Pádua correria risco de vida. O “seguro” tem várias celas e abriga aproximadamente 60 presos. Pádua divide um espaço com outros cinco detentos, e permanece trancado durante quase todo o tempo tendo direito à uma hora de sol por dia.
Fernando Fernandes participou da segunda edição do Big Brother, da Rede Globo, e namorou a atriz global Daniele Winits.

Da Redacao