Segundo infomações veiculadas pela midia, Tareg Salahi e Michele Salahi conseguiram burlar todo o aparato do servico secreto dos EUA ficando próximos ao casal Obama, a quem cumprimentaram pessoalmente. O caso acabou fazendo com que o Serviço Secreto americano admitisse o erro e pedisse desculpas à Casa Branca.
A revelação do incidente coincidiu com a declaração do diretor do serviço secreto, Mark Sulivan, de que sua agência estava profundamente preocupada e envergonhada pelo ocorrido. O diretor afirmou ainda que, apesar do casal ter passado por por vários “check points” (postos de controle) os penetras deveriam ter sido proibidos de participar do evento. “A falha foi completamente nossa” disse Sulivan.
Um porta voz da Casa Branca, Nick Shapiro, pediu uma total avaliação do episódio. O Serviço Secreto reconheceu o erro e esta tomando todas as medidas cabíveis para identificar o que ocorreu após o resultado da investigação.
Especialistas na área de segurança dizem que o episódio levanta sérias questões sobre a segurança do presidente. O autor do livro “Behind the scenes with agents in the line of fire and the presidente they protect”, Ronald Kessler, disse que as ameaça contra Obama aumentaram 400% desde que ele assumiu o comando do país, em 2009.
Prefeito bilionário
Para conseguir a reeleição para o terceiro mandato como prefeito da cidade de Nova York, Michael Bloomberg gastou a bagatela de US$ 102 milhões de sua própria fortuna estimada em mais de US$ 5 bilhões. Segundo dados fornecidos pelo periódico “The New York Times”, Bloomberg gastou US$ 174 para cada eleitor da cidade. Foi a campanha para prefeito mais cara na história de Nova York. Nas duas últimas campanhas, o atual prefeito gastou um total de US$ 165 milhões.
Comissões governamentais que fiscalizam gastos públicos o criticaram pelo dinheiro gasto na campanha, afirmando, entre outras coisas, que isto mina o sistema financeiro que o próprio Bloomberg ajudou a colocar em prática.
Uma campanha que parecia fácill no início tornou-se bastante complicada fazendo com que o prefeito desembolsasse mais dinheiro do que previa. A razão foi que, mesmo para um prefeito bastante popular e que tem ajudado bastante Nova York a amortecer os efeitos da crise fianceira, muitos nova-iorquinos não gostaram quando ele “virou a mesa” e anulou a lei que proibia prefeitos a concorreram a um terceiro mandato.
No dia da eleição a fustração ficou bastante visível. Bloomberg ganhou com uma vantagem de menos de 5% dos votos sobre o segundo colocado.

Edson Cadette