Há pouco nos corredores do Centro de Convenções Ulysses Guimarães onde acontece a 1º Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial, praticantes de religiões com matriz africana discutiam a necessidade da elaboração de um documento com detalhamento dos problemas de preconceito sofridos por estes.
A proposta é de encaminhar este documento à Ministra da Secretaria Especial de Políticas da Promoção da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro e posteriormente realizar um Fórum Nacional que trate dos assuntos ligados às Casas de Axé, Umbanda, Candomblé entre outras entidades ligadas ao movimento das religiões de matriz africana.
Segundo o Babalorixá Kerlim de Oxalá da cidade de Goiânia o que falta para estes religiosos é “auto-estima, força e garra para enfrentar os problemas existentes, lembrando sempre que somos descendentes de reis, de deuses e não de escravos e que o nosso rei não está na barriga e sim na cabeça.”
A Conferência segue acontecendo em Brasília até o dia 2 de Julho.

Da Redacao