S. Paulo – A Afropress – Agência Afroétnica de Notícias fecha 2015, ano em que celebrou uma década de operação ininterrupta, mantendo os números de acessos ao Portal: foram 456.865 mil acessos entre 1º de janeiro e 30 de dezembro.

A média diária de acessos, de acordo com o gráfico de sessões do provedor Locaweb, foi 1.255 leitores. O gráfico mostra a atividade de sessões de visitantes no site. Uma sessão é definida como uma série de cliques o portal por um visitante distinto durante um determinado intervelo de tempo, e é iniciada quando o visitante chega e finaliza quando fecha o navegador ou permanece inativo acima do tempo limite.

Os números fornecidos pelo relatório do provedor demonstram que a Agência – a única no Brasil com produção de conteúdo jornalístico focado no tema do combate ao racismo e na defesa dos direitos civis e políticos da população negra brasileira – conquistou a estabilidade no número de leitores, que variam entre 450 e 500 mil.

Presença e resistência

O ano que acaba nesta quinta-feira(31/12) também marcou os 10 anos da criação da Agência, marca que a tornou a mídia focada mais longeva da imprensa negra diária no Brasil.

Para o 21 de março – Dia Internacional de Luta contra a Discriminação Racial criado pela ONU -, o editor jornalista Dojival Vieira anuncia o lançamento do livro Afropress –10 anos de Presença e Resistência – com as principais reportagens, artigos e editoriais.

“Estamos buscando apoio e patrocínio para o Projeto porque entendemos que. com os 10 anos, conquistamos um marco importante na história do jornalismo focado nesse tema no Brasil”, afirmou.

Encontro de Leitores

Para 2016, além do livro, o jornalista pretende convocar no segundo semestre, a segunda edição do Encontro de Leitores. O primeiro aconteceu em novembro de 2014 na Assembléia Legislativa e contou com a presença do presidente do Sindicato dos Jornalistas de S. Paulo e a participação em um debate sobre a história da imprensa negra no Brasil, dos principais jornalistas que pautam a atuação pelo ativismo antirracista, entre os quais, Oswaldo Faustino, Flávio Carrança, Rosenildo Ferreira e Maurício Pestana.

“Quero agradecer aos nossos colunistas, articulistas, correspondentes e, principalmente, aos nossos milhares de leitores espalhados pelo Brasil e pelo mundo. A forma mais consequente de fazer isso, é seguir em frente buscando aproximar cada vez mais o nosso leitor e fazendo um jornalismo independente de partidos, de Governos, e autônomo em relação ao Estado. O Brasil só muda de verdade, quando a sociedade brasileira resolver enfrentar, de forma corajosa e destemida, os seus problemas estruturais, e o e o racismo e o machismo são as principais mazelas”, finaliza o editor.

 

Da Redacao