A tese é dos jornalistas da BAND na área de esportes. Mas encampo-a por entender que ela é provida de razão e substância. 

Faz 4 anos que me tornei um "Neymar dependente", apesar de não torcer para o Santos. No jogo contra Camarões, estava evidente que Neymar estava sendo caçado em campo.

O Felipão e seu auxiliar Parreira, o pé frio, assistiram a tudo e estavam se preparando para tirar o Oscar e fazer a substituição "burra" de sempre, quando foram salvos pelo Neymar que, ao ser atingido pela enésima vez, "amplificou" a intensidade da dor e sinalizou que não dava mais. 

Só aí os dois gênios, da década de 1990 e 1980, respectivamente, caíram na real. 

Na última sexta-feira a cena se repetiu. Neymar, que já não havia jogado bem (diga-se não foi genial, como sempre!) no 2º tempo contra o Chile, estava sendo caçado em campo. Aos 30 e tantos minutos, estávamos ganhando o jogo e dando baile. 

Então, porque não preservar o Neymar, tirando-o da partida? 

Simplesmente, e isso foi confessado pelo pé frio do Parreira, eles estavam mais preocupados em salvar a própria biografia e os contratos publicitários (o grifo é meu!) do que com a saúde do rapaz. "E se a Colômbia empatasse o jogo? E se fosse para os pênaltis, justificou o pé de uva, digo, Parreira?" 

Deu no que deu. 

Assistindo o jogo da Holanda pudemos perceber a diferença entre o improviso e o chororô do técnico ultrapassado (que diz que todo mundo bate no time do Brasil, que estamos sendo perseguidos e que o japonês foi justo) com a figura do PROFESSOR Van Gaal. 

Se a derrota nos atingir, o culpado será unicamente o Felipão. 

Afinal, o time foi escalado por ele e é ele quem toma as decisões, aconselhado pelo pé frio e igualmente ultrapassado Parreira e seu lugar-tenente é um coroa de bigode grande que dorme nos jogos.

Mamãe!!!!

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Rosenildo Gomes Ferreira