A função da SEPPIR não é, e não pode ser, a de atender às demandas individuais e individualistas, de uma ou outra pessoa, de uma ou outra entidade. Certamente que não meu Caro! Seu pensamento está corretíssimo!
O nobre e estimado amigo e irmão só esqueceu de um detalhe – a sua própria entidade foi a grande beneficiada nessa história: bancou a nomeação da historiadora e professora Silvany Euclênio da Silva, membro da diretoria do Centro Cultural Orùnmilá, que tem função de Diretora de Programa da Secretaria de Políticas para Comunidades Tradicionais da SEPPIR, contradizendo literalmente e visceralmente o seu próprio discurso!
A Seppir beneficiou a quem?
Um ministério de promoção da igualdade racial só se justifica se for capaz de pensar e traçar políticas públicas para a maioria desta nação, formada por nós, negros e negras, e não de “grupinhos”, como bem citou o nobre irmão em sua brava “tese” de defesa em causa própria.
* o título original do artigo é “Quem tem telhado de vidro não atira pedra no telhado do outro!”

Walmir Damasceno (Tata Kwa Nkisi Katuvanjesi)