Dakar/Senegal – Doudou Ndiaye Rose, o presidente senegalês, Abdoulaye Wade, abriu na última sexta-feira (10), no estádio Leopold Sedar Senghor, em Dakar, o 3º Festival Mundial de Artes Negras, com a presença de personalidades de diversos países do Continente Africano.
O Festival tem como tema o “Renascimento Africano” e o Brasil é o país convidado de honra e terá uma noite dedicada à exibição de suas riquezas musicais e outras manifestações artísticas. O Brasil está sendo apresentado como “terra da mestiçagem e da diversidade cultural”. O encontro se prolongará até o dia 31 deste mês.
Presenças
Ainda sem confirmação oficial devem estar presentes grandes artistas brasileiros e grupos, entre os quais Chico César, Tereza Cristina, Rappin’ Hood e a Escola de Samba Império Serrano. Espetáculos de dança e paradas populares inspiradas nos tradicionais festivais brasileiros estão previstas para tomar as ruas senegalesas. Os sabores brasileiros também não serão esquecidos, com a presença de restaurantes com cardápios incluindo diversos pratos e especialidades brasileiras.
O show de abertura do Festival foi prestigiado por líderes de países do Continente Africano como da Mauritânia, Mohamed Ould Abdel Aziz, Guiné Equatorial, Teodoro Obiang Nguema, e Guiné-Bissau, Malam Bacai Sanha e contou com a apresentação do festejado mundiamente camaronês Manu Dibango, a beninense Angélique Kidjo, as sul-africanas do Mahotella Queens e os senegaleses Youssou Ndour, conhecido em várias partes do mundo onde já se apresentou, Baaba Mal e Ismael Lo.
Considerado o mestre dos mestres dos tambores, Doudou Ndiaye Rose, de 80 anos, encerrou o evento, comandando a apresentação do grande conjunto de percussionistas do Senegal.

Da Redacao