Rio – O promotor de Justiça Paulo Rangel, do 2º Tribunal do Júri do Rio, disse que o julgamento do assassino do jornaleiro Jonas Eduardo Santos de Souza, deverá ocorrer entre os meses de maio e junho deste ano, depois de serem ouvidas as testemunhas de acusação, defesa, e apresentadas as alegações finais.
O assassino será julgado por homicídio qualificado por motivo fútil e pode pegar de 12 a 30 anos de prisão. O promotor, entretanto, acredita que, por ser réu primário e ter bons antecedentes, o segurança da Protege, Natalício Marins, deverá pegar uma pena, de no máximo, 15 anos. “É difícil que ele pegue pena máxima neste caso”, afirmou.
Rangel, por outro lado, afirmou que uma testemunha que estava atrás do jornaleiro, pouco antes de ele ser assassinado, confirmou no seu depoimento, que o segurança o provocou.
Ao ser interrogado, o assassino alegou ter agido em legítima defesa, temendo ser agredido.
A testemunha, entretanto, que estava logo atrás da vítima, revelou que Jonas não foi agressivo com o segurança.

Da Redacao