Rio – A 8ª Câmara do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decide nesta quinta-feira (04/10) se anula o julgamento que absolveu o segurança da Protege, Natalício Marins, assassino confesso do jornaleiro Jonas Eduardo Souza Santos, 32 anos, na porta de uma agência do Banco Itaú, no centro do Rio. O crime ocorreu no dia 22 de dezembro do ano passado.
Em julho deste ano, sete jurados do Conselho de Sentença do 2º Tribunal do Júri do Rio absolveu o segurança aceitando a tese da legítima defesa.
O promotor Paulo Rangel, que atuou no caso, acredita na anulação do julgamento. “Acredito numa posição favorável. Estou contando com isso”, afirmou. Com a anulação será marcado novo julgamento.
A decisão do Tribunal do Júri de absolver o assassino causou revolta e indignação na família e amigos do jornaleiro morto.
Também na 4ª Vara Cível do Rio tramita uma ação impetrada pela advogada Maysa Evangelista, em nome da família de Jonas, em que é pedida ao Itaú indenização de R$ 5 milhões. A ação está em fase de contestação.
O jornaleiro, que era cliente há 10 anos do Itaú, foi morto após ficar retido na porta giratória da agência. Quando conseguiu entrar envolveu-se numa rápida discussão com o segurança, sendo abatido com um tiro no peito.

Da Redacao