Porto Velho/RO – O vigilante Rogério Daurea Alves de Sousa 34 anos, morador de Porto Velho, Rondônia disse que está sofrendo ameaças depois que denunciou à Polícia da cidade, o gerente da rede de lojas Facillar, por racismo.
O caso aconteceu na véspera do 13 de maio passado, por volta das 12h, quando o vigilante foi à loja, na Rua D. Pedro II, centro de Porto Velho, comprar um celular e pediu uma cadeira para sentar enquanto esperava ser atendido. “Não tem cadeira pra neguinho”, foi a resposta do gerente, cuja identidade não foi revelada.
Indignado com o tratamento o vigilante foi à 3ª Delegacia de Polícia Civil, para registrar a queixa.
Sousa disse ao jornal “O Observador”, de Porto Velho, que além da ofensa com conotação racista, foi humilhado e constrangido porque, logo em seguida, não satisfeito o gerente ainda chamou a Polícia, e ele foi obrigado a se retirar da loja, sob a alegação de que estava provocando tumulto.
“Quero que aquele gerente seja afastado de suas funções, não quero que outras pessoas passem pelo que passei, vou até o fim para garantir os meus direitos, vou exigir que a justiça seja feita”, afirmou o vigilante.

Da Redacao